Entenda como usar o E-mail e o SMS em sua campanha de marketing político

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Desde 2017, o uso de plataformas como E-mail e SMS em campanhas políticas está autorizado. Tais ferramentas fazem parte do cotidiano de milhões de brasileiros. E se antes o marketing político na internet já era importante, em 2020, a pandemia tornou essa presença virtual fundamental.

A proibição de aglomerações impede a realização de comícios e a presença dos candidatos nas ruas foi obrigada a diminuir. Por isso, para candidatos que estão em busca de reconhecimento e validação perante o eleitorado, é importante buscar ir além das redes sociais.

Em nosso último artigo, falei sobre o uso de sites e landing pages no marketing político. Agora, vamos dar mais um passo na estruturação dessa campanha.

Através das plataformas de E-mail e SMS, você poderá estreitar os laços com o seu eleitor de maneira contínua.

Confira dicas de como fazê-lo, abaixo:

1. Monte uma base de contatos

Como dito anteriormente, as landing pages podem ter como objetivo final, direcionar o visitante a se inscrever em uma base de contato, que pode ser usada em uma campanha de E-mail ou SMS marketing. Mas, afinal, por que é tão importante montar a sua própria base de contatos se há a opção de comprar uma pronta?

Em primeiro lugar, a prática de compra de base de contatos em uma campanha política, não é legal. É imprescindível que quem esteja recebendo as suas mensagens tenha voluntariamente cedido as suas informações de contato, sabendo da finalidade.

Para isso, é aconselhável que no formulário em que solicite o contato dos eleitores, seja inserido termos de uso, assim como a maioria das páginas online fazem.

Em segundo lugar, mesmo que a compra de uma base de contatos fosse possível, essa prática costuma ser frustrante. O ideal é que a sua lista seja composta por pessoas que queiram estar ali, que tenham interesse naquele conteúdo e que vão fazer a sua campanha de marketing valer a pena.

2. Selecione quais informações você quer passar

Pronto, você já sabe como criar uma lista de contatos. Agora, vamos para a prática? Quais informações você quer passar?

É claro que por se tratar de uma campanha política, alguns cuidados precisam ser redobrados. Existem coisas que não são permitidas, como a divulgação de notícias envolvendo opositores, seja ela falsa ou verdadeira.

Falando em notícia falsa, não preciso nem mencionar a importância de se fugir delas, não é mesmo? Seja em campanhas de E-mail, SMS ou até mesmo em suas redes sociais, o compartilhamento de notícias falsas pode gerar perda de credibilidade, além de consequências legais.

Voltando ao que pode e deve ser compartilhado, foque em informações da sua candidatura. Uma ótima opção é compartilhar chamadas para encontros online, seja em formato de Live ou a sua participação em um fórum virtual, por exemplo.

Outra boa ideia, é usar este espaço para a divulgação constante de suas propostas. Aproveite para usar gatilhos com assuntos que estão em alta no momento.

3. Atente-se para como irá transmitir o seu conteúdo

Uma diferença crucial entre E-mail e SMS, que deve ser levada em conta na hora da sua escolha, é o tamanho do texto em cada uma das plataformas.

Ao optar pelo E-mail, você tem a possibilidade de criar um texto mais elaborado, enquanto que no SMS, a objetividade deve ser o foco da mensagem. Em ambas, o objetivo é levar o eleitor a conhecer melhor sobre você.

Se você acha que para isso, precisa conversar mais com o eleitor antes de introduzir as informações principais da mensagem, opte pelo E-mail. Se não, se você acredita que quanto mais direto for, melhor para o objetivo final, opte pelo SMS.

Gostou do conteúdo? Saiba mais sobre marketing político neste outro artigo:

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