
6 erros que você não deve cometer em sua campanha de E-mail Marketing
O E-mail Marketing continua sendo um dos meios mais comuns de contato entre empresas e clientes, visto que 72% dos consumidores o escolhem como o melhor canal para receber comunicações de empresas e marcas, segundo MarketingSherpa. Mas, mesmo com essa alta taxa de adesão, é possível cometer erros cruciais que tornarão a sua campanha de e-mail marketing improdutiva. Neste artigo, separei os principais erros que você não deve cometer em sua campanha de e-mail marketing. Assunto irrelevante Todo mundo sabe que o assunto do e-mail é a primeira coisa que os usuários olham. Por isso, é também a parte mais importante que você deve pensar ao construir a sua campanha de e-mail marketing. Em um outro artigo, eu já falei sobre como criar assuntos que chamem atenção. Você pode conferi-lo aqui. Depois de criado um bom assunto, aí é que você pode caminhar para a construção do seu texto. Pois, de nada adiantará ter um texto perfeito, com o melhor copy do mundo, se o usuário não chegou nem a abrir o seu e-mail. Não investir no pré-header O pré-header é praticamente tão fundamental quanto o assunto. Ele é justamente aquela pré-visualização da mensagem, sabe? Ou seja, é o texto inicial do e-mail que podemos ver antes mesmo de abri-lo. Com os smartphones, as pessoas conseguem ler pela barra de notificação um pedaço considerável do início da mensagem. Por isso, é neste pedaço que você deve captar o seu cliente e fazer com que ele abra o e-mail. Não estabelecer uma frequência Estabelecer uma frequência no envio dos e-mails é fundamental para criar uma relação com o usuário. Você não quer nem mandar e-mails de mais nem de menos. Para que isso não aconteça, defina previamente uma periodicidade para seus e-mails, pensando no conteúdo que você teria a produzir e em como o seu cliente está disposto a recebê-lo. Para algumas empresas, a lógica de enviar mais de um e-mail por semana funciona. Por terem muitas ofertas, novidades ou produtos sempre há o que mandar. Para outras, é melhor enviar um e-mail semanal ou até mesmo quinzenal. E claro, além desses e-mail já estabelecidos previamente, envie sempre aqueles de celebração de datas comemorativas. Não assinar o remetente Estamos constantemente falando em tornar a comunicação mais humanizada, mesmo que ela esteja sendo feita de forma automatizada. Sim, você não leu errado. Nas campanhas de e-mail marketing, o pré-requisito para tornar essa comunicação mais humanizada é, no mínimo, assinar o remetente do e-mail. Veja o exemplo: Chegaram dois e-mails em sua caixa de entrada. O primeiro tem como remetente “Empresa Tal”, já o segundo tem “Fernanda Menezes”. Qual desses dois você abriria primeiro? É bem possível que o da Empresa Tal você nem se interesse por abrir. Enquanto isso, usar Fernanda Menezes como remetente, que é CEO da Empresa Tal, provoca muito mais interesse no usuário em abrir a mensagem. Isso porque, com uma simples mudança, a comunicação se tornou pessoal. Não segmentar Sempre que falamos sobre e-mail marketing falamos também sobre a importância da segmentação. De nada adiantar ter 500 contatos em uma lista, sendo que apenas 200 deles são engajados. Enviar e-mails para os outros 300 só aumentará as chances de que a sua mensagem caia no Spam. Por isso, além de segmentar de acordo com engajamento, você também pode segmentar suas listas a partir dos interesses e características de cada usuário. Assim, criando conteúdos específicos para cada uma dessas segmentações há mais chances do consumidor se manter engajado com seus e-mails. Comprar listas de e-mail Este tópico está diretamente relacionado com o tópico acima. Comprar listas de e-mail é tão errado quanto não segmentar. Isso porque os contatos comprados também não serão engajados, terão pouco interesse no seu conteúdo e podem fazer com que toda a sua campanha vá por água abaixo. E aí? O que achou deste artigo? Separei esses outros dois que você também pode se interessar:
