6 erros que você não deve cometer em sua campanha de E-mail Marketing

O E-mail Marketing continua sendo um dos meios mais comuns de contato entre empresas e clientes, visto que 72% dos consumidores o escolhem como o melhor canal para receber comunicações de empresas e marcas, segundo MarketingSherpa. Mas, mesmo com essa alta taxa de adesão, é possível cometer erros cruciais que tornarão a sua campanha de e-mail marketing improdutiva. Neste artigo, separei os principais erros que você não deve cometer em sua campanha de e-mail marketing. Assunto irrelevante Todo mundo sabe que o assunto do e-mail é a primeira coisa que os usuários olham. Por isso, é também a parte mais importante que você deve pensar ao construir a sua campanha de e-mail marketing. Em um outro artigo, eu já falei sobre como criar assuntos que chamem atenção. Você pode conferi-lo aqui. Depois de criado um bom assunto, aí é que você pode caminhar para a construção do seu texto. Pois, de nada adiantará ter um texto perfeito, com o melhor copy do mundo, se o usuário não chegou nem a abrir o seu e-mail. Não investir no pré-header O pré-header é praticamente tão fundamental quanto o assunto. Ele é justamente aquela pré-visualização da mensagem, sabe? Ou seja, é o texto inicial do e-mail que podemos ver antes mesmo de abri-lo. Com os smartphones, as pessoas conseguem ler pela barra de notificação um pedaço considerável do início da mensagem. Por isso, é neste pedaço que você deve captar o seu cliente e fazer com que ele abra o e-mail. Não estabelecer uma frequência Estabelecer uma frequência no envio dos e-mails é fundamental para criar uma relação com o usuário. Você não quer nem mandar e-mails de mais nem de menos. Para que isso não aconteça, defina previamente uma periodicidade para seus e-mails, pensando no conteúdo que você teria a produzir e em como o seu cliente está disposto a recebê-lo. Para algumas empresas, a lógica de enviar mais de um e-mail por semana funciona. Por terem muitas ofertas, novidades ou produtos sempre há o que mandar. Para outras, é melhor enviar um e-mail semanal ou até mesmo quinzenal. E claro, além desses e-mail já estabelecidos previamente, envie sempre aqueles de celebração de datas comemorativas. Não assinar o remetente Estamos constantemente falando em tornar a comunicação mais humanizada, mesmo que ela esteja sendo feita de forma automatizada. Sim, você não leu errado. Nas campanhas de e-mail marketing, o pré-requisito para tornar essa comunicação mais humanizada é, no mínimo, assinar o remetente do e-mail. Veja o exemplo: Chegaram dois e-mails em sua caixa de entrada. O primeiro tem como remetente “Empresa Tal”, já o segundo tem “Fernanda Menezes”. Qual desses dois você abriria primeiro? É bem possível que o da Empresa Tal você nem se interesse por abrir. Enquanto isso, usar Fernanda Menezes como remetente, que é CEO da Empresa Tal, provoca muito mais interesse no usuário em abrir a mensagem. Isso porque, com uma simples mudança, a comunicação se tornou pessoal.  Não segmentar Sempre que falamos sobre e-mail marketing falamos também sobre a importância da segmentação. De nada adiantar ter 500 contatos em uma lista, sendo que apenas 200 deles são engajados. Enviar e-mails para os outros 300 só aumentará as chances de que a sua mensagem caia no Spam. Por isso, além de segmentar de acordo com engajamento, você também pode segmentar suas listas a partir dos interesses e características de cada usuário. Assim, criando conteúdos específicos para cada uma dessas segmentações há mais chances do consumidor se manter engajado com seus e-mails. Comprar listas de e-mail Este tópico está diretamente relacionado com o tópico acima. Comprar listas de e-mail é tão errado quanto não segmentar. Isso porque os contatos comprados também não serão engajados, terão pouco interesse no seu conteúdo e podem fazer com que toda a sua campanha vá por água abaixo. E aí? O que achou deste artigo? Separei esses outros dois que você também pode se interessar:

Qual o diferencial do Linkedin para a sua empresa?

O Linkedin é a maior rede social profissional do mundo. Boa parte das pessoas que se inscrevem nela estão em busca de vagas de emprego, realizar cursos de aperfeiçoamento profissional ou expandir seu networking. Mas e para empresas? Há espaço para ações de marketing no Linkedin? A resposta é sim. O Linkedin oferece um potencial enorme para que as empresas promovam suas marcas. O grande truque é entender de que forma o seu negócio pode explorar esse potencial, já que a estratégia de ação nessa rede dependerá muito do ramo da empresa. Qualquer negócio pode tirar proveito do Linkedin, porém empresas B2B (Business to Business) possuem mais opções dentro desta rede, justamente por ser diretamente voltado para outras empresas. Como criar a página da sua empresa no Linkedin? Nesta rede, as páginas comerciais são chamadas de Company Page. É importante ter uma Company Page não apenas para se relacionar com outros usuários, mas para criar ações específicas de divulgação no Linkedin. Ah, antes você precisa saber algumas coisas: para ter uma Company Page, você precisa ter um perfil pessoal ativo no Linkedin, além de ser funcionário da empresa e ter um e-mail corporativo. Não se preocupe, você pode criar este e-mail através do próprio Linkedin. Irei mostrar rapidamente o passo a passo para criá-la. Em seu perfil pessoal, clique em “Soluções” no canto superior direito da tela; Lá, clique em “Criar Linkedin Page” ou “Criar Company Page”; Preencha com as informações da sua empresa – não se esqueça da seção “Sobre nós”, em que você deverá descrever de forma sucinta e interessante o que a sua empresa é e o que ela faz. Defina quem irá administrá-la. Você pode inserir até 10 administradores em sua Company Page, a única condição é que sejam também funcionários da empresa na rede. O que postar no Linkedin? O Linkedin não é uma rede para passar o tempo. A maioria das pessoas estão ali com um objetivo que é o de se manter atualizado sobre o mercado de trabalho. Nesta rede se tornou comum o compartilhamento de artigos por parte de perfis pessoais, demonstrando uma ideia sobre determinado tópico, com a intenção de levantar debates entre os usuários. Para empresas, a ideia é basicamente a mesma. As pessoas que estão no Linkedin estão buscando por conteúdos densos. Por isso, a rede é tão boa para o marketing de conteúdo. Se você já tem um blog, aproveite e compartilhe esses textos no Linkedin. Se você não tem, pode postar o conteúdo ali mesmo. A parte boa de ter um blog e compartilhar as publicações por lá é que você estará gerando tráfego para o seu site e poderá direcionar estes usuários a outras abas. É claro que há espaço para publicações menos densas no Linkedin, nem tudo precisa ser um “textão”. A grande questão é: não publique no Linkedin apenas por publicar. Seus posts devem ter pelo menos um desses objetivos: mostrar como a sua marca se posiciona sobre determinado assunto – preferencialmente da mesma forma que a sua audiência –, trazer ações que mostram como a sua empresa está antenada em questões relevantes à sociedade – como o mês de visibilidade LGBTQIA+ -, e, por vezes, trazer inovações pelos quais os seus produtos ou serviços estão passando. Posso divulgar no Linkedin? O Linkedin, obviamente, também é um espaço para divulgação de serviços e produtos. A diferença é que por se tratar de uma rede profissional, o ideal é que esses serviços se relacionem, de alguma forma, com este meio, seja por promover o desenvolvimento pessoal ou até mesmo por gerar bem-estar em quem compra. Alguns exemplos de serviços que fazem sucesso no Linkedin são: workshops de carreira; cursos de idioma; e-books voltados para o autoconhecimento… Para divulgar o seu serviço no Linkedin, assim como nas outras redes sociais, aposte no anúncio. Existem duas formas de anunciar no Linkedin que são as minhas preferidas, confira: Dynamic Ads: Você pode personalizar o anúncio através de segmentações. Assim, usuários diferentes irão ver anúncios que combinem mais com cada um deles. Sponsored InMail: Este tipo de anúncio irá chegar diretamente na caixa de mensagem dos usuários. Assim, quem os recebe está mais propenso a, pelo menos, responder à mensagem. Gostou deste artigo? Separei estes outros dois que acredito que você vai gostar:

Como usar o SMS no pós-venda?

Vira e mexe falamos aqui no blog sobre estratégias de pós-venda. Pois acontece que não investir em uma experiência única após o cliente ter finalizado a compra é justamente um dos principais erros de muitas empresas. Afinal, pense comigo. Se você já conhece uma empresa é muito mais fácil você comprar nela novamente do que procurar uma outra que ofereça o mesmo serviço, não é? Mas o que garante que você continuará comprando na primeira é justamente a sua satisfação. E é aí que entram as estratégias de pós-venda. Neste artigo, irei falar especificamente sobre o uso do SMS no pós-venda. É claro que existem outras ferramentas que você pode usar em sua estratégia. No entanto, o SMS tem vantagens como a sua objetividade, alta taxa de leitura e por aí vai… Pesquisa de satisfação                                                                     Uma das funções principais do pós-venda é garantir que o cliente não passe por nenhum tipo de problema com o seu serviço e, se ele já passou, que você possa ajudá-lo a resolver imediatamente. Por isso, o envio da pesquisa de satisfação via SMS é uma ótima forma de medir como estão as suas vendas, para então já ter em mente o que deve ser melhorado. Justamente por ser tão objetivo, o SMS é o melhor meio para fazer essas pesquisas. Você envia uma mensagem perguntando qual nota, de 0 a 10, o seu cliente daria para o serviço e atendimento da sua empresa. Junto, acrescente um link para se a pessoa estiver precisando de ajuda com algo, conversar ao vivo com um atendente.  Envio de links com novas ofertas Bom, depois de garantir que o seu cliente está satisfeito com o serviço da sua empresa, chegou o momento de aproveitar esse meio de contato para influenciar a realização de novas compras. A melhor forma de fazer isso é com ofertas, é claro. Todo mundo ama promoção e, sem sombra de dúvidas, é o jeito mais efetivo de incentivar uma pessoa a comprar. Envie periodicamente links com ofertas. Para deixar o consumidor com ainda mais vontade, utilize o gatilho da urgência. Diga que aquela promoção vai ficar disponível por tempo limitado ou insira até mesmo um horário final para ele realizar a compra. Ah! Não se esqueça também de que muitas pessoas leem a mensagem de texto pela própria barra de notificação, ou seja, é importante que logo nas primeiras palavras, você já chame a atenção do seu cliente. Invista no upselling e cross selling Não se assuste com esses termos em inglês que vira e mexe aparecem por aqui. O upselling consiste em instigar o consumidor a comprar versões melhoradas do seu serviço. Já o cross selling é a tática de incentiva o cliente a adquirir serviços ou produtos complementares àquele que ele comprou inicialmente. Ambos são táticas já conhecidas do mercado, não é mesmo? E como fazer isso através do SMS? Mande mensagens estratégicas, personalizadas para cada tipo de cliente. Por exemplo, você tem 5 clientes que compraram o plano básico de um serviço seu. Você quer que eles evoluam para o plano premium, então, mande mensagem segmentada para apenas esses clientes, falando objetivamente os benefícios do plano premium. A mesma estratégia deve ser adotada no cross selling, dessa vez agrupando clientes que compraram determinado serviço e sugerindo a eles a compra de um outro produto que irá potencializar o primeiro. Importante: como o SMS é uma ferramenta de mensagens curtas, seu texto deve ser bastante direto e ter um link no final que direcione para falar com algum atendente é uma ótima forma de fazer com que aquela conversa flua. E aí? O que achou deste artigo? Separei esses outros dois que você pode gostar também:

Comunicação multicanal: por que você deve adotá-la na sua empresa?

Em qual canal o seu cliente está? Aposto que você não conseguiu pensar em apenas uma resposta. É claro, o seu cliente está em diversos canais ao mesmo tempo, usando cada um deles com uma finalidade. Mas, acredite, em quase todos há a possibilidade de se estabelecer uma relação de compra e venda. Para que isso aconteça a parte mais fundamental dessa equação é estar disponível em todos os canais em que o seu consumidor está presente e com uma estratégia diferente para cada um desses espaços. Afinal, a mesma relação que você cria com um consumidor nas redes sociais não é a mesma em uma troca de e-mail. Talvez ainda não esteja claro para você, vou explicar melhor o que é a comunicação multicanal e darei dicas de como você pode adotá-la em sua empresa. O que é comunicação multicanal?                O termo multicanal refere-se a vários canais, como a própria escrita sugere. A comunicação multicanal é justamente uma estratégia de estar presente em vários canais para oferecer a melhor experiência ao consumidor, onde quer que ele esteja. Como toda ação de marketing, a estratégia de comunicação multicanal espera aumentar as vendas. Mas não é só isso. Focar em diversos pontos de atendimento é uma forma de reforçar a relação com aquele consumidor, sem que necessariamente seja feita uma venda naquele momento. Em quais canais as empresas costumam atuar? Praticamente todos os imagináveis. Onde tem cliente, pode ter certeza que terá uma empresa marcando o território também. Vou dar um exemplo: Imagino que ao falar de canais onde o seu cliente está, as redes sociais foi um dos primeiros meios a surgir em sua mente, né? Afinal, os brasileiros são fissurados nelas, sendo o 2º país no ranking dos que passam mais tempo conectados nas redes. Mas, será que todo mundo gosta de comprar através delas? Uma parte sim, tanto é que os marketplaces do Facebook e Instagram estão aí para isso. Porém, outras pessoas preferem a sensação de um contato mais formal, como através de um site e-commerce. Depois de realizada a compra, o consumidor espera ter suas dúvidas atendidas facilmente, a melhor opção nesse caso é um canal direto com ele, através do WhatsApp. E para enviar recibos ou código de rastreio da entrega os meios mais usados são o E-mail e o SMS. Percebeu que em uma única transação no mínimo são usados de 3 a 4 canais de comunicação? É claro que existem transações que não utilizarão tantos meios assim e se desenvolverão em apenas um deles. Mas, você saberia escolher por apenas um desses canais? Cada canal tem um objetivo na relação com o consumidor. Não adianta ater-se apenas às redes sociais e esquecer-se do resto. Ou ter só um site e deixar que tudo se desenrole nele, porque, na maioria das vezes, não irá se desenrolar. Conheça estratégias a serem usadas em cada canal Ter um meio ativo em cada um desses canais serve não só apenas para quando os clientes procurarem pela sua empresa. A ideia é justamente o contrário. Criar estratégias de comunicação em cada um desses canais é o diferencial que cada vez mais empresas têm buscado para antecipar o desejo de compra nos consumidores. Por exemplo, sabe aquelas mensagens via E-mail ou SMS com um título bem chamativo que você já se interessa logo pela barra de notificação? Aquilo ali é uma estratégia de marketing. No E-mail, é muito comum usar as Newsletter – os famosos boletins com novidades e ofertas para chamar atenção dos consumidores. Já no SMS, as mensagens são bem mais objetivas por isso costumam estar direcionadas a uma única ação mesmo. Além disso, o SMS é muito comum de ser usado no agendamento de consultas, reuniões… Essa é uma prática que não está diretamente voltada para a venda, mas para um bom atendimento que resultará em fidelização dos clientes. No WhatsApp, o uso das listas de transmissão é uma ótima opção quando a sua empresa ou seus vendedores querem estabelecer uma relação mais amigável dos seus consumidores. Só cuidado para não extrapolar os limites, procure manter-se sempre dentro do horário comercial. Por fim, as estratégias de comunicação nas redes sociais vão desde a automatização de mensagens de boas-vindas para novos seguidores até o planejamento de conteúdos que visem a interatividade nas redes. Gostou desse artigo? Separei esses outros dois que você vai adorar ler também:

Nutrição de Leads: o que é e como fazer?

Em outro artigo, já vimos o que são Leads (clique aqui para relembrar). Hoje, iremos falar sobre a nutrição de Leads, ou seja, os passos para transformar Leads em clientes. Afinal, de que adianta conseguir vários contatos de potenciais clientes e deixar eles parados, mofando até que em algum momento você decida lembrá-los da existência da sua empresa? Neste artigo, irei explicar mais detalhadamente o que é a nutrição de Leads e como você deve fazê-la. O que é Nutrição de Leads? Voltemos para a captação de leads, lembra-se dela? Quando pessoas interessadas em seus serviços ou produtos se inscrevem em um formulário deixando dados de contato. Normalmente disponibilizados por você em uma landing page ou site. E aí? O que você deve fazer com esses contatos depois disso? A intenção daquele formulário é captar leads para que eles possam ser convertidos em clientes. Essa conversão é um processo lento e deve ser feita através do que chamamos de nutrição de leads. Entenda: aquele usuário que se cadastrou em seu formulário pode ou não já ter comprado em sua loja. O que você quer é que ele se torne um cliente recorrente. Então, a nutrição de leads consiste no envio de sequências planejadas de e-mail marketing, com conteúdos interessantes sobre a sua empresa, chamando o consumidor a completar todas as etapas do funil de vendas. Como fazer? Não há uma fórmula perfeita para a nutrição de leads, o que há são passos básicos que você deve seguir para não cometer erros. 1. Defina quem é a sua persona Definir a persona do seu negócio significa descrever detalhadamente quem é o seu cliente ideal. Tendo essa noção, você é capaz de entender quais conteúdos aquela pessoa quer consumir e qual a melhor forma de se dirigir a ela em termos de escrita. É uma pessoa mais jovem, mais descolada ou é melhor escrever mais formalmente? 2. Planeje o seu conteúdo Agora que você já sabe para quem escreve, chegou a hora de definir o que irá escrever. O conteúdo é a parte mais importante da nutrição de leads, é através dele que você irá gerar interesse na compra. Para isso, pergunte-se primeiro qual é o objetivo daquela campanha. É vender um produto ou serviço? Anunciar um novo projeto? Depois de definido o objetivo, você pode começar a planejar o conteúdo que será disponibilizado. O ideal é que a sua nutrição de leads seja feita usando conteúdos diversos, desde e-books a infográficos que podem ser postos no corpo do e-mail mesmo. É claro que a sua estratégia pode ser diferente, você pode manter a sua nutrição apenas enviando produtos novos e promoções. Essa é uma forma em que você não desperta a necessidade e sim o desejo do usuário em consumir. 3. Envie mensagens humanizadas O envio de e-mail marketing é automatizado, mas ainda assim é possível manter a conversa de forma humanizada. Esse é um processo de construção de um relacionamento, por isso, você precisa de um tom amigável e demonstrar estar sempre disponível para esclarecimentos de dúvidas. O e-mail é apenas um dos meios presentes nessa relação. Ofereça ao seu lead outras formas de contato para que ele tenha acesso à equipe de atendimento o mais rápido possível. Aqui vai outra dica, ponha no formulário de captação de leads um espaço para que a pessoa preencha com o nome dela. Assim, através da plataforma de automatização, é possível configurar para que os destinatários recebam o e-mail em seu próprio nome. Quanto mais detalhado for o formulário, mais opções de configurações. Mas tenha cuidado! Ninguém gosta de looongos formulários, peça somente o que for preciso. 4. Segmente seus leads Segmentar leads significa que você irá fazer campanhas distintas, focadas em cada tipo de lead que preencher o seu formulário. A segmentação ocorre logo que o lead entra em uma campanha e deve continuar depois. Vou explicar melhor. Digamos que você tem uma campanha com 50 leads, 25 abriram pelo menos um e-mail e 25 não abriu nenhum. Acha que os mesmos 50 leads devem seguir pelo mesmo fluxo? Você precisa aprender a desapegar de leads que não interagem, eles apenas irão diminuir as suas taxas de abertura e aumentar o risco de seus e-mails serem enviados para o spam. Por isso, o certo é que aqueles que abriram pelo menos um e-mail continuem percorrendo o fluxo de nutrição. Enquanto isso, os inativos devem ser encaminhados por um outro fluxo, onde receberão mais alguns e-mails confirmando se eles querem ou não continuar recebendo e-mails da sua empresa. O que achou deste artigo? Vou deixar outros dois aqui como sugestão para você:

3 Princípios básicos de como anunciar na internet

O que vem à sua mente ao pensar em propaganda? Se você tem mais de 30 anos é possível que aquelas comerciais dos anos 90 que passavam na televisão ou os outdoors sejam a primeira coisa que você pense. Pois então, atualize-se! Não estamos mais nessa era. Aposto que você, assim como tantos outros milhões de brasileiros, passa horas navegando na internet, seja nas redes sociais ou nas ferramentas de busca. E aí? Como você consome propaganda nesses espaços? Através de anúncios. Os anúncios online fazem parte de praticamente qualquer navegação que você fizer. Eles estão em todo lugar e são cada vez mais certeiros. Neste artigo eu te darei os princípios básicos, ou seja, os primeiros passos que você deve dar para começar a anunciar na internet. 1. Defina seu público-alvo Praticamente em toda estratégia de marketing falamos sobre público-alvo. E não é para menos, afinal tudo o que fazemos é tentando atingir a eles. No caso dos anúncios ter essa definição de forma clara é ainda mais importante. Pois ao anunciar online é possível definir previamente o perfil dos usuários que irão visualizar aquele anúncio. É por isso que você sempre vê um anúncio que é a sua cara e acha que o Google está te espionando. De certa forma, é verdade. Não só o Google, o Instagram, Facebook, Youtube… as redes sociais em geral também estão de olho em suas movimentações online. Enquanto empreendedor, essas informações são de grande ajuda para que você crie campanhas altamente segmentadas e com altas taxas de clique. É possível segmentar os anúncios com base em: – Gênero; – Idade; – Localização; – Interesses; – Profissão; – Renda… Vou dar um exemplo para você entender melhor. Digamos que você é dono de uma dessas novas barbearias gourmet. Ao anunciar o seu negócio você pode escolher por homens de 25 a 40 anos, de Salvador, com interesses em cerveja artesanal, produtos de barbear… Perceba que eu não usei todos os critérios de segmentação. Existem outros além desses que mostrei, mas esses são os mais utilizados. Você pode segmentar como quiser. 2. Escolha onde anunciar Como eu falei acima, praticamente todos os meios de navegação online possuem espaço para anúncios. Por isso, para que você anuncie nos lugares certos é preciso definir qual o objetivo de sua campanha e quem você quer atingir. Essa segunda questão já foi respondida anteriormente quando foi definido o seu público-alvo. Agora pense comigo: o que você está vendendo costuma ser procurado nas ferramentas de busca? Sim, existem coisas que são mais pesquisadas que outras. Por exemplo, apartamentos para alugar. É óbvio que quem está atrás de apartamentos irá pesquisar por eles. Nesse caso, a melhor opção é investir em anúncios no Google, através do Google Ads. Por outro lado, imagine que você tem uma loja de bijuteria. Brincos e colares não são produtos que costumamos pesquisar no Google, certo? Mas acabamos incentivadas a comprá-los ao vermos imagens deles. Então, a melhor opção é investir em anúncios nas redes sociais. Nesse último caso, é preciso pensar ainda no público-alvo mais uma vez. Em quais redes ele costuma estar? Provavelmente, a resposta seja o Instagram, já que estamos falando de mulheres jovens que consomem online. Os outros dois canais mais conhecidos de anúncio são o Youtube e o Facebook. O Youtube é ideal para quem quer investir em vídeo. E o Facebook ainda é um dos maiores veiculadores de anúncios online, mesmo que esteja perdendo a sua força em comparação aos anos anteriores. É importante que você faça anúncios diferentes para redes diferentes, já que cada uma tem características distintas uma da outra. 3. Invista em remarketing Você com certeza já foi influenciado por uma ação de remarketing, só não sabia disso ainda. Sabe quando você entra em um site, dá uma olhada em alguns produtos, mas desiste da compra e logo em seguida aquela loja começa a aparecer em todo canto que você olha na internet? Isso se chama remarketing! É uma das estratégias mais bem sucedidas de anúncio porque busca atingir pessoas que já tem um interesse prévio naquele produto. Você pode fazer remarketing no Google Ads ou no Facebook Ads – aqui também inclui o Instagram, por ser uma rede do Facebook. Novamente, para definir em qual desses canais investir no remarketing é preciso que você tenha noção de onde terá mais retorno. Ou seja, onde o seu consumidor passa mais tempo navegando? Será que ele está mais propenso a comprar enquanto está se distraindo em redes sociais ou enquanto está lendo notícias e curiosidades em sites? Gostou deste artigo? Leia também esses outros dois que separei para você:

Cancelamento: a sua empresa pode ser cancelada?

Toda hora um novo termo surge na internet e a gente tem que correr para entender o que ele significa. O cancelamento foi um desses termos. Há alguns meses que o assunto não é outro – quem tem acompanhado o BBB bem sabe disso. Mas indo além dos influenciadores digitais, será que as empresas também podem ser canceladas? Isso é o que você vai descobrir ao longo deste artigo. O que é cancelamento? O cancelamento tem sido o terror para alguns influenciadores digitais. Após serem pegos fazendo algo errado ou terem um discurso indevido, inapropriado, essas pessoas afirmam sofrerem graves sanções da internet: são canceladas. Mas o que seria cancelar? Em tese, as pessoas canceladas perdem significativamente em termos de audiência, perdem contratos e precisam se recompor. Conseguiu pensar em uma pessoa cancelada? Aposto que foi a Karol Conká. Sim, ela foi cancelada após sua participação no BBB 21, perdeu seguidores, contratos e dinheiro. Mas, felizmente ou infelizmente, cancelamentos não duram para sempre. A cantora já está embalando uma série documental sobre ela mesma no serviço de streaming Globoplay e, dando um tempo das redes sociais já desde que deixou o reality, tudo indica que o descanso de imagem irá levar a uma volta mais comedida. Para outros influenciadores o cancelamento nem chega para tanto. Festas na pandemia, por exemplo, foi um dos principais motivos para que se falasse de cancelamento de algumas subcelebridades. E o que aconteceu depois? Nada, depois de um bom pedido de desculpa e um período de reclusão, a vida volta ao normal e os cachês também. Para empresas, há cancelamento? É claro que empresas podem ser cobradas por suas atitudes pelos internautas. Ao invés de cancelamento, essa atitude recebe um outro nome: boicote. Mas, assim como o cancelamento, boicotes não são eternos e, por vezes, não surgem quase nenhum efeito prático. Isso se torna evidente quando falamos de grandes empresas. Um exemplo é o caso do supermercado em que um homem negro foi assassinado pelos seguranças. No mesmo dia, a internet estava lotada de indignação. E o que ocorreu depois? Notas com pedidos de desculpa e promessas de que o treinamento dos funcionários seria mais qualificado. Mas o mesmo supermercado já havia tido outros 6 casos de violência… Na bolsa de valores, as ações da empresa caíram por um dia e voltaram a subir nos seguintes. E para pequenas empresas, também é assim? Pequenas empresas devem ser mais cuidadosas. Diferentemente das grandes que possuem uma equipe de gerenciamento de crises exclusivas, para as pequenas, lidar com situações de boicote é muito mais difícil. Por isso, mantenha sempre os valores da sua empresa alinhados com os do seu público. É importante que eles saibam o que a sua empresa pensa e, assim, crie uma identificação com ela. É claro que o ideal é que esses valores estejam relacionados à práticas de boa convivência e, acima de tudo, o respeito ao próximo. Gostou deste artigo? Separei esses outros dois que você pode gostar também: http://hotmobile.com.br/blog/index.php/2020/06/16/o-que-pequenas-empresas-podem-aprender-com-o-black-lives-matter/ http://hotmobile.com.br/blog/index.php/2020/10/16/5-principais-duvidas-no-gerenciamento-de-redes-sociais/

WhatsApp Business: conheça tudo sobre essa funcionalidade

Praticamente todo ser humano vivo que usa um smartphone tem o aplicativo do WhatsApp baixado nele. Principalmente, no Brasil. Acredite, o WhatsApp está presente em 99% dos smartphones brasileiros. E para empresas, todo mundo já sabe, manter-se longe do aplicativo é o mesmo que manter-se defasado. É claro que o WhatsApp percebeu essa tendência e criou uma versão específica para ajudar empresas a se comunicarem com os seus clientes através do aplicativo. O WhatsApp Business foi lançado em 2018 e desde então tem passado por atualizações para facilitar a vida de quem lida com o público. Neste artigo, irei falar sobre as principais funcionalidades do aplicativo, explicar a diferença entre o WhatsApp Business e WhatsApp Business API e quais empresas podem utilizá-lo. Funcionalidades do WhatsApp Business                                        O WhatsApp Business é a versão para empresas do maior aplicativo de trocas de mensagem. Suas principais vantagens são: – Adicionar informações como endereço, descrição da empresa, endereço de e-mail e site; – Adicionar respostas rápidas para responder perguntas frequentes; – Enviar mensagens automáticas, como quando estiver ausente; – Etiquetar as mensagens de acordo com a categoria em que aquele cliente se encaixa. Quais as diferenças entre WhatsApp Business e WhatsApp Business API? O WhatsApp Business API oferece todas as funcionalidades do WhatsApp Business com algumas outras vantagens. API significa Interface de programação de aplicações, em tradução livre. Ou seja, é uma plataforma de integração de sistemas. Através da integração via API, você pode utilizar determinado serviço por meio de uma plataforma que ofereça mais praticidade. As principais vantagens do WhatsApp Business API em relação ao WhatsApp Business são: – Integrar a conta no aplicativo ao site da empresa; – Obter selo oficial de verificação da conta; – Automatizar o atendimento através do uso de chatbots em sua conta; – Ter mais de um atendente online ao mesmo tempo; – Obter relatórios e estatísticas. Ao usar o WhatsApp Business API o atendimento se torna mais dinâmico. Você pode, por exemplo, enviar uma mesma mensagem para um única base de contatos sem precisar clicar em um por um que irá receber a mensagem. Quais empresas podem optar pelo WhatsApp Business API? Todas! Não importa o porte da sua empresa, o WhatsApp Business API é a melhor forma de se comunicar com os seus clientes pelo WhatsApp. Com ele, você consegue ter controle sobre o que está sendo enviado, além de não perder a cabeça tendo que responder a todas as mensagens em um único aparelho. Se você gostou deste artigo, tenho certeza que irá gostar desses outros que eu separei: http://hotmobile.com.br/blog/index.php/2021/02/04/o-whatsapp-vai-compartilhar-mais-informacoes-com-o-facebook-e-agora/ http://hotmobile.com.br/blog/index.php/2020/11/03/marketing-conversacional-entenda-por-que-ele-e-o-futuro-e-o-presente/

Gatilhos mentais: o que são e como usar em sua estratégia de marketing

Se você trabalha com marketing digital ou está envolvido com a promoção de campanhas da sua própria empresa, com certeza já deve ter ouvido falar nos gatilhos mentais. Para descomplicar tudo, vou direto para o conceito: Gatilhos mentais são formas de induzir uma pessoa a realizar uma ação com base em uma necessidade despertada em sua mente. Ou seja, é uma estratégia que visa direcionar o consumidor a finalizar a ação desejada pela sua empresa, como uma compra ou inscrição em uma aula online. Como funcionam os gatilhos mentais?                Você pode até não perceber, mas ao longo do dia, nós tomamos diversas decisões inconscientemente. No marketing, os gatilhos mentais estão ali para que ao ver uma ação de venda você não demore pensando se deve ou não realizá-la. Os gatilhos são como estímulos. Existem diversos tipos de gatilhos mentais e, ao longo deste texto, eu te apresentarei aos 5 que considero como mais importantes. Além disso, darei exemplos de como usá-los em sua estratégia de marketing. Tipos de gatilhos mentais 1. Urgência e escassez Os gatilhos da urgência e escassez são uns dos mais usados em estratégias de marketing, justamente por serem tão apelativos. São gatilhos distintos, mas que possuem a mesma intenção: fazer com que você realize uma ação agora! O gatilho da urgência trata do tempo e o da escassez da quantidade. Confira esses exemplos para entender melhor: “50% de desconto em todo o site só até amanhã!!!” – Urgência “Restam apenas 2 vagas no aulão pré-vestibular!!!” – Escassez Mesmo utilizando artifícios diferentes um do outro, ambos dão a sensação de última chance e oportunidade. 2. Prova social Esse aqui é um dos meus gatilhos preferidos. Uma das coisas que eu sempre procura saber antes de comprar um produto ou serviço é se aquela empresa tem boa reputação no mercado. O que outros clientes acharam dela? É aí que entra o gatilho da prova social. Ao invés de fazer com que o possível consumidor busque por avaliações de seu serviço online, mostre você mesmo depoimentos de clientes satisfeitos. Esses depoimentos podem estar dispostos em seu site ou em um post nas redes sociais. Tem sido cada vez mais comum, principalmente em empresas de menor porte, o compartilhamento de feedbacks positivos dados por clientes na ferramenta Stories do Instagram. Essa é uma ótima sacada, pois aqueles Stories podem ficar salvos nos Destaques e sempre que um novo visitante tiver interesse irá encontrar esses depoimentos garantindo a qualidade do seu serviço. 3. Exclusividade Todo mundo gosta de ser exclusivo, não é mesmo? Mas exclusividade aqui não quer dizer que um cliente terá direito a algo e todo o restante não. O gatilho de exclusividade funciona a partir do momento em que você dá ao seu produto o ar de especial. Nem todo mundo terá direito àquilo, apenas um grupo seleto de pessoas. Um bom exemplo disso são programas de assinatura de um clube de vinhos. Ao assinar, você receberá mensalmente 4 vinhos indicados por um importante sommelier. Outro exemplo é quando empresas criam serviços VIP, com tantos outros benefícios. Ao se cadastrar para fazer parte da lista VIP, você terá direito a uma promoção semanal exclusiva. No primeiro caso, qualquer pessoa que fizer parte do clube de assinatura estará em um grupo exclusivo. Já no segundo, outras pessoas ainda podem comprar o seu serviço, mas apenas um grupo menor, ainda mais seleto, terá promoções semanais. Assim, o segundo ainda consegue instigar a pessoa a comprar semanalmente apenas para não perder a oportunidade. 4. Dor X Prazer Esse é um outro gatilho que costuma estar sempre presente nas ações me marketing. Isso porque ele envolve, basicamente, entender o que tem incomodado o seu cliente (qual é a dor dele?) e o que resolveria esse problema (o prazer). É uma forma de mostrar o seu serviço ou produto como uma solução, como algo que irá, imediatamente, acabar com algo ruim e gerar satisfação. Um exemplo muito comum é o uso por nutricionistas que estão vendendo um programa de emagrecimento. Grande parte das pessoas que estão em busca de um profissional de nutrição é porque querem emagrecer, então use isso a seu favor. Olhe só essa chamada: “Você se esforça e não vê nenhuma diferença na balança? O problema está no método que você está utilizando! Vou te ensinar a chegar no seu peso ideal sem abrir mão do que você ama!” 5. Reciprocidade Esse último gatilho que trago refere-se a uma característica muito comum em nosso dia a dia. Sabe quando alguém faz algo bom pela gente e queremos retribuir? É exatamente essa premissa que o gatilho da reciprocidade segue. Nesse caso, a sua empresa dará ao consumidor um presente. Pode ser ele um brinde, acesso a uma palestra, um e-book com conteúdo muito valioso. A ideia aqui é que depois, quando a sua empresa lançar uma versão paga, o cliente já conheça bem o seu serviço ou produto. E, por ter ganhado a primeira vez de graça, sinta-se no dever de comprar o novo. Gostou deste artigo? Então, aposto que você também vai gostar desses outros aqui: http://hotmobile.com.br/blog/index.php/2021/02/19/como-utilizar-estrategias-moveis-no-seu-e-commerce/ http://hotmobile.com.br/blog/index.php/2021/03/17/reels-x-tiktok-qual-e-a-melhor-opcao-para-a-usa-estrategia-de-marketing/

Chatbot: o que é, como e onde usar a inteligência artificial?

Você com certeza já ouviu falar na inteligência artificial. Ela tem se tornado algo distante dos filmes futurísticos e, cada vez mais, tem feito parte do nosso dia a dia. Falando assim pode até ser que você não consiga imaginar nenhum momento em que a inteligência artificial esteja presente em sua rotina. Isso porque a inteligência artificial não tem, necessariamente, aquele aspecto robótico ao qual estamos acostumados a ver nos filmes. Muito pelo contrário, ela se parece, e muito, com nós humanos. Quer ver? Você já deve ter conversado com a Alexa ou Siri, não é mesmo? As duas são assistentes virtuais, com voz humana, capazes de contar piada e falar sobre praticamente tudo o que você quiser. No artigo de hoje, eu quero falar com você sobre as possibilidades de uso da inteligência artificial no seu negócio, através dos chatbots. O que é chatbot?                                                                                       Pela própria escrita da palavra você já deve desconfiar do que se trata, não é? Chatbot é a junção de chat + bot. Ou seja, o chatbot é um robô capaz de desenvolver conversas. Mas não se engane! Apesar da origem do nome, o chatbot não se parece em nada com um robô. O objetivo de usar essa inteligência artificial é de parecer que há mesmo uma pessoa do outro lado da tela. Como funciona? O chatbot funciona a partir da automatização de conversas. Você tem noção de quais são as principais dúvidas dos seus clientes, então o seu chatbot deve ter as respostas mais comuns para tais perguntas. Além disso, o chatbot está disponível 24 horas por dia. Mas é claro que sempre podem surgir perguntas imprevisíveis e aí a sua equipe de atendimento deve ser acionada. Afinal, a intenção do chatbot é otimizar o atendimento não substituí-lo por completo. Muitas vezes, surgem pessoas com dúvidas óbvias que ocupariam um tempo precioso de seus atendentes. Tendo o chatbot, situações como essa não ocorrem. Assim como, outras vezes os clientes realmente precisam do auxílio de um atendente e a conversa prévia com o chatbot torna essa comunicação muito mais eficaz. Onde usar? Imagino que enquanto você foi lendo este artigo alguns usos possíveis do chatbot já surgiram em sua mente. Confira as principais formas de usar o chatbot: – Site: Seja no e-commerce ou até no site institucional da sua empresa ter um chatbot é fundamental para preencher a lacuna de não ter um vendedor presencialmente com o seu famoso “posso ajudar?”. – Aplicativos de mensagem: No WhatsApp ou Facebook Messenger é possível utilizar o chatbot e otimizar a sua troca de mensagens. – SMS: É possível integrar o chatbot ao SMS e disparar mensagens automatizadas. Agora que você já conhece o chatbot, sabe que qualquer empresa pode sim fazer uso da inteligência artificial, independente do seu porte. Se você gostou deste artigo, separei esses outros dois que imagino que sejam do seu interesse também: