Lead, conversão, persona…. Entenda essas e outras expressões do marketing digital

“Precisamos de um CTA poderoso para melhorar a conversão dos nossos leads, para isso precisamos definir melhor quem é a nossa persona.” Entendeu alguma coisa? Frases assim são comuns no meio do marketing digital, mas se acalme, esse vocabulário não é nenhum bicho de sete cabeças. Leva um pouco de tempo para se acostumar, é claro. Mas depois que isso acontece, a gente fica viciado e não sabe mais falar de outra forma. Para você que está se aventurando no marketing digital, seja por ter um negócio ou apenas por se interessar pela área mesmo, separei alguns termos básicos que são fundamentais. Se ligue! 1. Persona A persona é a ilustração do seu “cliente ideal”. É para a persona que todas as suas estratégias de marketing são voltadas. Muitas pessoas podem confundi-la com “público-alvo”, mas entenda de uma vez a diferença: o público-alvo é um conceito mais abrangente, que leva em conta toda uma faixa de pessoas que são consideradas consumidoras da sua empresa; já a persona é algo ainda mais específico, é como se pegássemos uma única pessoa dentro do público-alvo e a transformássemos no cliente ideal. Para fazer isso, precisamos entender características mais subjetivas como medo, sonhos e dores dos seus clientes e assim montar um perfil que agregue o máximo de características comuns. Dessa forma, o conteúdo voltado para a persona se torna muito mais assertivo, mexe muito mais com as emoções do que o criado para o público-alvo. 2. Lead Lead é um dos termos usados com mais frequência no marketing digital. Os leads são os “potenciais clientes”. Sabe aqueles formulários em que você coloca as suas informações de contato para que uma empresa possa se comunicar com você? Então, ao fazer isso, você passa a ser um lead para essa empresa e grande parte das estratégias de marketing digital são feitas justamente para conquistar novos leads. 3. Conversão Por vezes, a conversão está diretamente relacionada aos leads. Esse termo é usado justamente para mostrar os resultados obtidos nas ações de marketing, seja ele voltado para a conquista de leads ou não. Por exemplo, vamos continuar com a mesma situação que eu trouxe acima. Você está preenchendo aquele formulário, depois de preenchido, você foi convertido em lead. Mas mudando um pouco de exemplo, vamos para as redes sociais. A sua empresa decide fazer um anúncio impulsionado, o número de pessoas que clicarem formam a taxa de conversão daquele anúncio. 4. CTA Já estamos entendendo quase todas as expressões que estão naquela frase que eu usei no início deste artigo, só falta uma que justamente liga tudo isso. É o CTA, abreviação de “call-to-action”. Os chamados botões de CTA têm como função justamente converter usuários. Ainda no mesmo exemplo do formulário, eu te pergunto: o que te faria preencher aquele formulário com os seus dados de contato? É preciso uma boa oferta, não é mesmo? Aí é que entram os botões de CTA, com uma boa chamada para ação eles trazem uma oferta irresistível que levam o usuário a fazer o que é pedido, sem nem pensar duas vezes. E aí? Agora você já está preparado para se jogar no mundo do marketing digital? Se você se interessou pelo conteúdo deste artigo, talvez você goste também desses outros aqui:

5 Principais dúvidas no gerenciamento de redes sociais

Ter ou não uma conta nas redes sociais já não é mais uma dúvida. Se a sua empresa quer aumentar a visibilidade online e melhorar o relacionamento com os clientes, ela precisa estar presente nas redes. Afinal, é lá que a maior parte dos consumidores está. O Brasil é o 2º país em que as pessoas passam mais tempo em redes sociais, em média, cada pessoa gasta quase 3 horas por dia apenas nesses espaços, segundo levantamento feito em 2019.  Além disso, grande parte das nossas decisões de compra têm sido influenciadas pelas redes, seja por anúncios patrocinados ou pelos próprios influenciadores digitais, que tem levado a presença das empresas nas redes a um outro nível ainda mais elevado. Ok, você já sabe que precisa ter uma conta nas redes sociais. Mas talvez você tenha algumas dúvidas de como fazer isso, certo? Irei trazer, ao longo deste artigo, as principais perguntas sobre gerenciamento de redes e de que forma você deve agir. 1. Eu preciso postar todos os dias? Não. Ao contrário do que muitos possam imaginar, postar todos os dias não é uma obrigação para se conseguir grande alcance. Isso não quer dizer que a sua empresa não precise de frequência nas postagens, mas ter frequência e postar diariamente são coisas diferentes. Ainda não entendeu? Acompanhe o meu raciocínio: uma empresa que posta com uma frequência de 4 a 5 vezes na semana, um conteúdo rico e interativo, provavelmente, terá muito mais engajamento do que uma que faça novas publicações todos os dias apenas por obrigação. Avalie qual a será a sua estratégia e, assim, defina com qual frequência você irá postar. A depender do meio utilizado, como stories no Instagram, é possível fazer postagens diárias muito mais facilmente, sem que haja perda de qualidade. 2. Preciso estar presente em todas as redes sociais? Não. Você precisa estar presente onde o seu público está. De nada adianta ter uma conta em todas as redes sociais existentes se não houver nenhum tipo de engajamento na maioria delas.  As principais redes que você deve ficar de olho se o seu público está presente, atualmente, são Facebook e Instagram. No Instagram, mais de 80% dos usuários seguem pelo menos uma marca, segundo dados da própria rede. Já o Facebook comemorou, ainda em 2017, 5 milhões de anunciantes ativos, contando com um total de 65 milhões de empresas com conta na rede social. 3. Como definir que tipo de conteúdo devo postar? O seu conteúdo será definido pelo seu público. Antes de tudo, você precisa saber para quem você está produzindo aquele post. Para isso, uma das estratégias mais utilizadas no marketing digital, é a criação da persona.  E como funciona uma persona? Para construí-la, é preciso traçar as principais características do seu “cliente ideal”. Dessa forma, você irá se fazer algumas perguntas como: Quantos anos tem o meu cliente ideal? Ele estuda ou trabalha? O que ele gosta de fazer no tempo livre?  Depois de completo esse questionário, será muito mais fácil saber para quem você está falando e que tipo de conteúdo essa pessoa quer consumir. 4. Existe horário certo para postar? Este é um dos grandes mitos das redes sociais. Não, não existe horário certo para postar. Existem horários em que a sua audiência estará mais ativa online, mas isso não pode ser definido de uma maneira geral para todos. E o que você pode fazer para encontrar esses horários com maiores picos de audiência? É possível, através de dados das próprias redes, analisar em quais horários as suas postagens têm tido maior alcance e, a partir daí, você pode definir com maior certeza o horário em que irá programar os seus posts. 5. Eu preciso responder meus seguidores? Sim. As redes sociais são um importante meio de aproximar-se do seu cliente. Por isso, invista sempre na interação com ele e responder comentários ou mensagens privadas é o primeiro passo para isso. Lembre-se de que a resposta deve ser humanizada, mesmo que sigam algum tipo de padrão. Se interessou pelo conteúdo deste artigo? Você também pode gostar desses aqui:

Aprenda o passo a passo para montar a sua campanha de SMS marketing

O primeiro SMS do mundo foi enviado em 3 de dezembro de 1992, quando os celulares no Brasil ainda eram artigo de luxo. Hoje, existem mais aparelhos móveis ativos no país do que habitantes, são mais de 230 milhões de smartphones. Mesmo depois de tanto tempo e com muitas mudanças nas formas de usar o celular, o SMS continua sendo peça fundamental numa estratégia de comunicação. Afinal, a ferramenta é a preferida por empresas na comunicação com o cliente. Já falamos sobre isso em um outro artigo, que você pode ler clicando aqui. Agora que já contextualizamos um pouco e você já sabe da importância de se investir em SMS, vamos para a prática? Aprenda o passo a passo para montar a sua campanha de SMS marketing. Passo 1: Tenha autorização para mandar mensagem O que muita gente não sabe é que para iniciar a sua campanha de SMS marketing você precisa da autorização do usuário para enviá-las. E como você pode conseguir isso? Simples! No momento em que o cliente realizar algum tipo de cadastro ou preencher algum formulário da sua empresa, peça também o contato dele. Deixe claro para o cliente que ao disponibilizar seus dados pessoais, ele receberá novidades via SMS. Além disso, outra obrigatoriedade é incluir o botão de opt-out no final das mensagens para que o cliente possa se descadastrar da lista quando quiser. Não se preocupe em perder contatos, para que toda a sua estratégia tenha sentido, o ideal é que a sua lista esteja realmente interessada em receber suas mensagens. Passo 2: Atente-se para a objetividade                                                 A sigla SMS deriva de “short message service” que significa “serviço de mensagem curta”, em tradução livre. Isso porquê o SMS não permite que você estenda a mensagem para além de 160 caracteres. Com tão pouca liberdade, a dica para que as suas mensagens tenha êxito é apostar na objetividade. Ao receber um SMS, o ideal é que o seu cliente saiba do que se trata o conteúdo da mensagem apenas pela notificação. Por isso, é preciso que em segundos aquele texto chame a atenção do consumidor e provoque nele alguma reação. Passo 3: Incentive uma ação com prazo determinado O SMS é o canal perfeito para envio de promoções e novidades da marca, mas ao determinar um prazo o consumidor se sente ainda mais engatilhado para realizar tal ação. Por exemplo, se você manda um “compre 1, leve 2” você gera uma reação de interesse, mas se você manda um “Apenas hoje: compre 1, leve 2” além do interesse, há a reação de urgência. É apenas hoje! Mesmo que amanhã você mande uma outra promoção, o consumidor será levado pelo desejo de não perder a oportunidade. Passo 4: Utilize o SMS para pesquisas de satisfação Por ser simples e rápido, o SMS é um ótimo canal para realizar pesquisas de satisfação com o cliente. Ao finalizar uma compra, por exemplo, você pode enviar para o seu cliente uma mensagem objetiva em que ele responda de 1 a 5 quão satisfeito se sentiu com o atendimento se compraria com vocês novamente. Existem outras formas de realizar pesquisas de satisfação via SMS, basta entender qual é o seu objetivo e a partir dele traçar perguntas que possam ser respondidas de maneira rápida e intuitiva. Passo 5:  Não exagere na quantidade de mensagens Ninguém gosta de receber várias mensagens por dia e ficar com o celular cheio de notificações. Por isso, mantenha uma periodicidade adequada entre uma mensagem e outra, mesmo que sejam diárias, para que o cliente não se canse de recebê-las. Outro ponto que você deve levar em consideração é o horário em que irá mandar as mensagens, respeite sempre o horário comercial para não ser inoportuno. Passo 6: Lembre-se de datas comemorativas O SMS é um canal de comunicação direto com o seu cliente, aproveite-o para estreitar ainda mais a sua relação com ele. Mande uma mensagem especial no dia do aniversário dele, quem sabe até com um desconto ou promoção exclusiva. Esses são os passos básicos para a criação de uma campanha de SMS marketing efetiva. Gostou do conteúdo deste artigo? Você também pode se interessar por esses:

Descubra o tipo de site certo para a sua empresa

Você consegue imaginar uma grande empresa que não tenha o seu próprio site? Aposto que não. Isso porque ter um site é uma das melhores formas de estabelecer a sua presença online. Em uma pesquisa realizada pelo SPC, 97% dos entrevistados pesquisam sobre uma empresa na internet, antes de efetuar uma compra. O que você quer é que o usuário tenha acesso às melhores informações sobre sua empresa ao pesquisar por ela na internet e se forem passadas por você mesmo, melhor ainda. Você já sabe que precisa de um site, mas você sabe qual tipo de site escolher? Sim, existem diversos tipos de site diferentes, você pode investir em mais de um deles até, a depender dos objetivos da sua empresa. Descubra, junto comigo, qual tipo de site é ideal para o seu negócio: 1. Institucional:                                                               O site institucional serve para empresas que querem se apresentar aos usuários de maneira completa. Este é o seu principal cartão de visitas. Ele deve oferecer todas as informações necessárias sobre a sua empresa, trazendo descrições dos serviços oferecidos, informações como a história da empresa, os seus valores e propósitos. Para este tipo de site é importante pensar em algumas seções que são fundamentais, como uma aba “quem somos” e “nossos serviços”. A partir delas, será possível destrinchar tudo o que a sua empresa considera importante e quer passar para o usuário. 2. E-commerce: Este provavelmente é um dos tipos de site mais conhecidos, principalmente agora, que o crescimento do e-commerce tem sido constante. O site no formato e-commerce funciona como uma loja virtual, é essencial para quem quer se consolidar no mercado de venda online. Os sites exclusivos para e-commerce facilitam e muito a vida do usuário. Afinal, na internet, estamos em busca de praticidade. A opção de você mesmo montar o seu carrinho, sem a obrigatoriedade de falar com um vendedor, convenhamos, é muito mais agradável. Isso não quer dizer que a sua equipe de atendimento não deve estar sempre à postos para eventuais dúvidas, mas isso já é assunto para um outro artigo. 3. Blog: O blog tem se tornado queridinho das empresas que apostam no marketing de conteúdo, por ser a melhor forma de uma empresa demonstrar domínio sobre determinado assunto, além de uma das melhores estratégias de atração de clientes. Você deve apostar nesse tipo de site se o seu objetivo for tornar a sua empresa uma autoridade nos serviços que vende. O blog funciona como uma apresentação indireta dos serviços da empresa, ao mostrar conhecimento amplo sobre o que ela se propõe a vender. 4. Dinâmico: O site dinâmico consegue juntar diversos tipos de site em um só. Usando como exemplo os que já falamos acima, o site dinâmico possibilita aliar o site institucional ao e-commerce e ao blog. Isso acontece porque, através de diferentes abas e seções, ele consegue redirecionar o usuário para cada uma dessas experiências. Esse é o site completo, podemos assim dizer. Deve ser bem elaborado para que a navegação do usuário não se torne difícil ou cansativa, por isso, o ideal é optar pelo uso de menus e submenus. 5. Landing Page: A Landing Page funciona como uma página única, traduzida livremente como “página de pouso”. Ela é essencial para quem quer apresentar um determinado serviço, pois a sua principal característica é ser uma página focada na objetividade. Nela, não há distrações. O usuário estará totalmente voltado apenas para um produto ou serviço que você quer apresentar. Por isso, é importante investir em bons títulos e chamadas. Além disso, para que a Landing Page seja bem aproveitada, você deve utilizá-la para conseguir mais leads, oferecendo algum benefício (como um e-book), em troca do contato do visitante. Estes são os principais tipos de site que você deve analisar para escolher o melhor para a sua empresa. É possível, ainda, investir em uma Landing Page e em um outro tipo de site. Afinal, por ser focada em um único serviço, a sua empresa pode usar e abusar das Landing Pages, sem abrir mão de um site principal. Não se esqueça das informações básicas que, independentemente do tipo de site escolhido por você, a sua página precisa ter. São elas: meio de contato com a sua empresa (e-mail ou telefone), endereço físico e links para as mídias sociais da empresa. Gostou do artigo? Talvez você se interesse também por esses:

Entenda como usar o E-mail e o SMS em sua campanha de marketing político

Desde 2017, o uso de plataformas como E-mail e SMS em campanhas políticas está autorizado. Tais ferramentas fazem parte do cotidiano de milhões de brasileiros. E se antes o marketing político na internet já era importante, em 2020, a pandemia tornou essa presença virtual fundamental. A proibição de aglomerações impede a realização de comícios e a presença dos candidatos nas ruas foi obrigada a diminuir. Por isso, para candidatos que estão em busca de reconhecimento e validação perante o eleitorado, é importante buscar ir além das redes sociais. Em nosso último artigo, falei sobre o uso de sites e landing pages no marketing político. Agora, vamos dar mais um passo na estruturação dessa campanha. Através das plataformas de E-mail e SMS, você poderá estreitar os laços com o seu eleitor de maneira contínua. Confira dicas de como fazê-lo, abaixo: 1. Monte uma base de contatos Como dito anteriormente, as landing pages podem ter como objetivo final, direcionar o visitante a se inscrever em uma base de contato, que pode ser usada em uma campanha de E-mail ou SMS marketing. Mas, afinal, por que é tão importante montar a sua própria base de contatos se há a opção de comprar uma pronta? Em primeiro lugar, a prática de compra de base de contatos em uma campanha política, não é legal. É imprescindível que quem esteja recebendo as suas mensagens tenha voluntariamente cedido as suas informações de contato, sabendo da finalidade. Para isso, é aconselhável que no formulário em que solicite o contato dos eleitores, seja inserido termos de uso, assim como a maioria das páginas online fazem. Em segundo lugar, mesmo que a compra de uma base de contatos fosse possível, essa prática costuma ser frustrante. O ideal é que a sua lista seja composta por pessoas que queiram estar ali, que tenham interesse naquele conteúdo e que vão fazer a sua campanha de marketing valer a pena. 2. Selecione quais informações você quer passar Pronto, você já sabe como criar uma lista de contatos. Agora, vamos para a prática? Quais informações você quer passar? É claro que por se tratar de uma campanha política, alguns cuidados precisam ser redobrados. Existem coisas que não são permitidas, como a divulgação de notícias envolvendo opositores, seja ela falsa ou verdadeira. Falando em notícia falsa, não preciso nem mencionar a importância de se fugir delas, não é mesmo? Seja em campanhas de E-mail, SMS ou até mesmo em suas redes sociais, o compartilhamento de notícias falsas pode gerar perda de credibilidade, além de consequências legais. Voltando ao que pode e deve ser compartilhado, foque em informações da sua candidatura. Uma ótima opção é compartilhar chamadas para encontros online, seja em formato de Live ou a sua participação em um fórum virtual, por exemplo. Outra boa ideia, é usar este espaço para a divulgação constante de suas propostas. Aproveite para usar gatilhos com assuntos que estão em alta no momento. 3. Atente-se para como irá transmitir o seu conteúdo Uma diferença crucial entre E-mail e SMS, que deve ser levada em conta na hora da sua escolha, é o tamanho do texto em cada uma das plataformas. Ao optar pelo E-mail, você tem a possibilidade de criar um texto mais elaborado, enquanto que no SMS, a objetividade deve ser o foco da mensagem. Em ambas, o objetivo é levar o eleitor a conhecer melhor sobre você. Se você acha que para isso, precisa conversar mais com o eleitor antes de introduzir as informações principais da mensagem, opte pelo E-mail. Se não, se você acredita que quanto mais direto for, melhor para o objetivo final, opte pelo SMS. Gostou do conteúdo? Saiba mais sobre marketing político neste outro artigo:

Marketing Político: Site ou Landing Page para Impulsionar Sua Campanha

Neste artigo, exploramos como o marketing político digital pode transformar sua campanha eleitoral. Ao criar um site ou landing page, o candidato ganha visibilidade nas buscas online e consegue captar leads de forma mais eficaz.

Com a ajuda dessas ferramentas, é possível apresentar propostas, coletar dados de eleitores e manter uma comunicação direta com o público. Além disso, discutimos a importância de garantir uma navegação fácil e a utilização responsável dessas plataformas, sempre respeitando a legislação eleitoral.

Conheça as principais métricas para analisar em sua campanha de marketing

Quando você decide iniciar uma estratégia de marketing para a sua empresa, com certeza você está em busca de resultados. Eu tenho uma notícia ruim e uma boa para te dar sobre isso. Começando pela ruim: na maioria das vezes, esse resultado não virá através do aumento imediato do número de vendas ou da receita da sua empresa. E qual a notícia boa? É que isso não quer dizer que a sua estratégia não está sendo válida, longe disso. Antes de cair no desespero atrás de resultados imediatos, entenda que o marketing não funciona dessa forma. É preciso, em primeiro lugar, analisar determinadas métricas, ver o que está e o que não está funcionando, se necessário mudar alguma coisa aqui e ali, afinal estratégias de marketing não são como uma receita de bolo, você pode e deve errar. É claro que, apesar deles serem necessários, ninguém gosta de erros. Falei acima sobre determinadas métricas a serem analisadas e é sobre elas que iremos tratar ao longo deste artigo. Para minimizar os erros, você precisa conhecer as principais métricas para analisar na estratégia de marketing da sua empresa. CTR (Taxa de Cliques)                                        Em um mundo em que as redes sociais são fundamentais para qualquer empresa, os anúncios tem cada vez mais importância. Mas de que adianta promover um post nas redes sem realizar uma análise de resultados depois? CTR é a sigla para Click Through Rate, sendo conhecida em português como Taxa de Cliques. Para alcançá-la, é preciso calcular o número de pessoas que clicaram no seu post dividido pelo número de pessoas que apenas visualizaram o anúncio. CTV (Taxa de Conversão) A Taxa de Conversão pode ser usada em praticamente todas as etapas do seu funil de vendas, principalmente em sites e landing pages. Ela irá dizer quantas pessoas chegaram ao objetivo de cada etapa da estratégia. Usaremos como exemplo uma Landing Page: digamos que a sua Landing Page recebeu 20.000 visitantes e 200 preencheram seus dados para receber um e-book, tornando-se leads. A sua CTV será de 200/20.000 = 1%. Agora, com esse dado, você pode reorganizar a sua estratégia. Quais botões de CTA (call to action) podem ser alterados para que mais pessoas sejam convertidas em leads, por exemplo? Bounce Rate (Taxa de rejeição) A Taxa de Rejeição pode ser considerada o oposto da Taxa de Conversão. Ela irá apontar quantas pessoas entraram em seu site e saíram sem realizar nenhuma ação, ou seja, mantiveram-se apenas na página de entrada. Apesar da negatividade desses números, é de extrema importância que sejam analisados com frequência. A partir deles, será possível reorganizar estratégias em mudanças que podem ser necessárias no layout do site ou no conteúdo. O Google Analytics oferece a visualização dessa taxa de forma gratuita. Conclusão Trouxe neste artigo, métricas fundamentais para empresas que possuem estratégias de marketing digital em diversas plataformas, principalmente nas redes sociais, sites e landing pages. Analisar métricas permite que a sua estratégia se mantenha em constante evolução, com reparações e ajustes onde for necessário. Gostou deste artigo? Você pode encontrar mais dicas sobre marketing digital em nosso blog!

Como será o marketing no pós-pandemia?

O ano de 2020 tem se mostrado digno de entrar no livro dos recordes como ano com mais notícias ruins em sequência e o seu consumidor tem sentido isso também. Assim como muita coisa tem mudado, o marketing não será o mesmo. Não, ele não vai ser reestruturado da cabeça aos pés. Mas será preciso redimensionar certas estratégias para que o seu público não se sinta desamparado. O marketing pós-pandemia busca por mais empatia e menos negatividade, além da necessidade de expansão das práticas de marketing conversacional. Menos negatividade Na última pesquisa sobre os hábitos de consumo durante a pandemia, divulgada pela GfK, concluiu-se que apesar do mercado digital ter ganhado muito mais espaço entre os consumidores, o mercado físico continua sendo prioridade em determinados setores, como de automóveis. Além dos produtos de alto valor agregado, serviços que estavam sendo feitos em casa, como os de beleza, devem voltar a ocupar os espaços dos salões e centros de estética como antes. Mas antes que o consumidor brasileiro opte por sair de casa, ele precisa ter certeza de que encontrará segurança, rapidez e eficiência, ainda conforme dados da GfK. Segundo levantamento feito dentro da Plataforma de Inteligência Gong, os e-mails enviados sobre covid-19 para os clientes não despertam mais interesse como antes. Eles estão cansados de negatividade, afirma o diretor de marketing da empresa. As pessoas não querem notícias ruins em suas caixas de entrada, mas você pode e deve reforçar continuamente os cuidados que a sua empresa tem mantido. Enquanto uma solução para o vírus não é encontrada, as práticas de segurança devem ser prioridade em seu negócio. Invista em marketing conversacional Como o próprio nome diz, esse tipo de marketing baseia-se na conversa direta com o cliente. Nas plataformas online, preferência por parte dos consumidores durante e pós-pandemia, investir em marketing conversacional é essencial para guiar o consumidor mais rapidamente pelo funil de vendas. Para fazer marketing conversacional de maneira eficaz, a melhor opção, sem dúvidas, são os chatbots. Pense comigo, você entra em um site para comprar um determinado produto, põe no carrinho, mas você recebe uma ligação, vai atendê-la e acaba se esquecendo de voltar ao carrinho. Não seria interessante receber uma mensagem te lembrando de voltar de onde parou? Isso já é possível. Além desse uso específico, os chatbots estão disponíveis 100% do tempo. Quando seu cliente visitar seu site ou mandar uma mensagem em um de seus canais de comunicação, respostas previamente estabelecidas serão enviadas. Mas lembre-se, usar chatbots não significa tornar a comunicação robotizada. Quando não há a presença do vendedor “cara a cara”, a linguagem utilizada nas mensagens devem soar o mais pessoal possível. Os chatbots são aliados da sua empresa, eles abrem as portas para que os seus clientes tenham mais interesse pelo seu produto ou serviço, mas, em determinado ponto, a equipe de vendas deve ser acionada. Quer saber mais dicas sobre marketing digital? Em nosso blog, você encontra muitos outros artigos sobre o tema, inclusive sobre o funil de vendas citado neste artigo.

Invista em experiência pós-venda e fidelize clientes

Engana-se quem pensa que depois de concluída a venda, o processo da jornada de compra acabou. Para que o seu cliente seja sempre afeito ao “volte sempre”, uma boa experiência pós-venda pode fazer toda a diferença. Aqui, surge então um novo processo: o funil do pós-venda. Assim como o funil de vendas, ele é dividido em etapas em que cada passo do consumidor é acompanhado bem de perto. Formado por quatro etapas, vamos conhecer melhor cada uma delas. Adoção                                  Esse é o exato momento em que o cliente finaliza a compra. Ele acabou de optar pelo seu serviço ou produto, como você pode se relacionar com ele? Utilize os canais que mantém contato com ele para mandar uma mensagem de agradecimento. Seja por WhatsApp, e-mail ou SMS, diga como está feliz por ele ter escolhido a sua empresa e reforce a sua disponibilidade para ajudar com qualquer dúvida ou problema. A depender do tipo de produto oferecido, você pode ainda se certificar de que o cliente saberá como usá-lo adequadamente, enviando dicas de formas diferentes de uso, tutoriais ou dúvidas comuns de outros clientes já respondidas. Retenção Aqui, o seu produto ou serviço já está sendo usado pelo seu cliente. Chegou a hora de saber se está tudo ocorrendo da forma prevista. Para antecipar possíveis desacertos, que tal perguntar se ocorreu tudo bem com o uso do produto? Se o cliente não estiver completamente satisfeito, ele não precisará ir em busca da sua empresa para fazer uma reclamação. Ao perguntar se está tudo bem, a sua empresa se antecipa, oferece as soluções para aquele problema e ainda se mostra atenciosa. Com certeza, a lembrança que fica é muito mais do cuidado do que do possível problema que o seu cliente viria a ter se não tivesse esse contato. Expansão O seu cliente já comprou, já está usando adequadamente o produto, o que fazer agora? Não é porque já passamos dessas etapas que você deve cessar o contato. É justamente por já ter tido todas essas experiências com o cliente que você quer mantê-lo ainda mais por perto. Verifique mais uma vez como andam as coisas e, após a resposta positiva, cuide para que ele não perca nenhuma novidade da empresa. Esse cliente deve ser tratado como prioridade, ou ao menos deve se sentir como. Ele pode, por exemplo, receber promoções exclusivas, saber de lançamentos antes das outras pessoas, ficar sempre por dentro das melhorias feitas nos serviços da empresa… Enfim, aqui a sua empresa se mostra como parceira do seu cliente. Advocacy Esse é o sonho de toda empresa. Adovacy pode ser traduzido livremente como “advogar”, aqui o seu cliente não apenas é fiel, como divulga e promove os serviços da sua empresa. Ele se tornou um defensor da marca e, apesar de natural, há formas de se estimular essa ação. Uma das formas mais conhecidas e bem sucedidas é o “convide um amigo”, em que o cliente deve convidar pessoas para experimentarem os serviços da sua empresa e em troca ganha algum desconto ou benefício. É claro que amigo de verdade não recomendaria um produto ruim, muito menos um serviço em que ele teve uma má experiência. Por isso, para chegar ao advocacy com sucesso, é preciso passar por cada etapa do funil de vendas e pós-venda com efetividade. Se interessou pelo que leu? Aqui em nosso blog, temos outros artigos que podem te ajudar em sua estratégia de marketing digital. Confira!

Copywriting, e-mail marketing e newsletter: entenda esses conceitos fundamentais

O e-mail é uma das plataformas preferidas das empresas para comunicação com os seus clientes. Isso porque há muita variedade nas possibilidades de uso da mesma. Fazer uso do e-mail como aliado na comunicação da sua empresa é uma grande jogada para quem quer gerar interesse constante pelos seus serviços. A ferramenta faz parte do que chamamos de “marketing direto”, ou seja, as mensagens chegam até o cliente sem interrupção. Dessa forma, se for usado da forma correta, o que for dito ali pode soar mais pessoal e exclusivo, gerando maior interesse por parte do cliente. Hoje, vamos falar de alguns conceitos fundamentais para quem quer trabalhar com o e-mail para melhorar o relacionamento com os clientes e, consequentemente, as vendas. Copywriting O copywriting se alimenta da arte de persuadir. Por isso, é o primeiro conceito que deve ser entendido. Seja qual for a sua estratégia de marketing, um bom copy – como o texto é chamado – pode mudar o rumo do seu negócio. Quando falamos de marketing direto e mensagens por e-mail, investir no copywriting deve ser prioridade. O objetivo principal dessa técnica é alcançar o leitor de forma a fazê-lo realizar uma ação específica, como comprar determinado produto ou assinar um serviço. Um copy bem feito é aquele que te faz acreditar que você precisa de algo que antes nem sabia da existência. As estratégias para um copy de sucesso são inúmeras, mas as mais famosas são o uso dos gatilhos mentais e do storytelling, que significa “contar uma história”. Para ser bem sucedido, o copywriter (profissional que escreve os textos de copywriting) precisa, antes de tudo, entender para quem ele está falando. Não adianta abusar dos gatilhos mentais e torná-lo superficial ou embarcar em um storytelling que não leva a lugar algum. As estratégias de copy devem passar para o seu leitor autoridade e conhecimento no assunto, para que ele não tenha dúvidas da qualidade do seu serviço. E-mail marketing O e-mail marketing é uma das formas mais antigas (desde o surgimento da Internet em massa) de campanha de venda online. Através da plataforma de e-mail, empresas têm estado mais próximos dos seus clientes. Até pelo caráter mais profissional da ferramenta, os usuários preferem receber ofertas frequentes em seus e-mails. 58% dos participantes de um estudo da Adobe preferem receber promoções de produtos e serviços por e-mail a receber por aplicativos ou redes sociais das marcas. Para a efetividade do e-mail marketing é preciso estar atento ao primeiro conceito que trouxe. Ao optar por fazer e-mail marketing, seguindo estratégias de copywriting, atente-se principalmente ao uso de termos que tornem a mensagem mais humanizada. É importante utilizar esse espaço para criar uma relação com o seu consumidor. Newsletter É muito provável que você tenha alguma newsletter em sua caixa de entrada agora. Ela atua de maneira um pouco diferente do que estamos acostumados quando pensamos em marketing. O seu objetivo primeiro não é vender, mas informar. Também conhecido como boletim informativo, em tradução livre, as newsletters podem ser diárias, semanais, quinzenais ou até mensais. A grande sacada dessa estratégia é que ao fornecer informações sobre seus produtos, serviços ou até mesmo sobre uma determinada linha de interesse que o seu cliente pode ter em comum com a sua empresa, o seu negócio transmite ser expert no assunto. Dessa vez, o copywriting atua de maneira mais discreta aqui, a persuasão é deixada um pouco de lado e dá espaço para a troca de conhecimento. Se interessou pelo assunto? Confira em nosso blog outros artigos sobre marketing digital. Acesse www.hotmobile.com.br